domingo, 1 de junho de 2008

Da proximidade um fio a mais de sensibilidade

Passa! E às vezes, em meio a tantos compromissos, tantas obrigações e desejos obstinados de sobrevivência, superação... nem da sua própria passagem nos damos conta.

Seu sentido a gente descobre sim.
Mas é cômodo permanecer no erro.
Ninguém vai te cobrar, as pessoas quase sempre são "cordiais", ousam uma falsa gentileza e sorriso, principalmente os tais "amerelo social". Esses sempre hão de dar... Cordiais, gentis e sorridentes de forma insuficiente. E é justamente ai que desperta. Desperta sua vontade de sentir mais. Sua vontade do sentir pleno, do sentir bem, do sentir em parceria perfeita. Soam insuficientes diante do quando você é justamente o que deseja demonstrar. Quando sorrir se torna movimento involuntário estimulado por uma simples lembrança. Não se comparam a uma conversa suave, a um fluir levemente do assunto. De se conversar o que for e ainda assim na ausência daquela sensação muitas vezes inevitável de tempo perdido que nos toma sempre que a pergunta é "o que você faz?", "você trabalha?", ou "parece que vai chover!".
É... nem daria pra explicar.
As palavras não descrevem o que as ações... sim, do que as açõe perfeitamente expressam.
O olhar também entrega, um gesto desageitado mais ainda.
E da falta do que falar? O que dizer!?
É, são formas explicitas do que se sente... do que se sente sem rodeios.
O encotro perfeito, o presente ideal...
Como eu e você, ninguém mais - pra mim, ou de repente comigo - há de ser.